By Rui-natal on 10th julho

Big Data & Analytics

Caros leitores,

Adentramos apressadamente no Cassino Caesars Palace em Las Vegas e nosso sentimento e volúpia incorrigível – ou aquela famosa aparente e falsa certeza – nos conduz para uma de suas roletas e não mais que de repente empilhamos e alinhamos nossas fichas – todas elas – no “vermelho 34”.

Façam seu jogo…

Apostas encerradas!
Nada disso Esperem! Não é por aí! Não é tão simples assim…

Pois é, meus amigos, na tomada de decisão a informação é essencial. No entanto, é muito difícil se ter uma informação com todos os seus predicados e atributos teóricos, com todas as suas arestas resolvidas, polidas e brilhantes – no momento certo, precisa, completa. Com certeza. A tomada de decisões não pode se espelhar, se valer, e se comportar como um palpite ou intuição diante de uma mesa de jogo ou de uma roleta num Cassino. Então, a partir do grande volume de dados, é necessário que estes dados – ou elementos apresentados em sua forma bruta – sejam analisados, lapidados e transformados em informação.

Puxa, e o segmento de TI despejou sobre nossas cabeças mais uma de suas expressões mirabolantes; uma nova mesa foi aberta no Cassino. E, desta vez, sobre o pano verde é aberto mais um novo jogo (desafio), um tal de “Big Data”.
E agora? Como evoluirmos nadando ferozmente contra mais uma de suas correntezas?
E o crescimento e a complexidade dos mercados em geral, subsidiados em muito pelo segmento de TI que curiosamente e concomitantemente viabilizou, nos conduziu e nos alerta sobre um “novo mal”, não demora em nos apresentar um antídoto, ou mais exatamente um novo remédio específico para este fim.Seria a bóia de salvação tão esperada para dar um basta em nosso desespero?
E os dados, das mais diferentes fontes, dos mais diferentes formatos e estruturas, até então um tremendo obstáculo, acabam sendo analisados e transformados em informação.
É isso mesmo? Simples assim?

Por muito tempo, este conjunto já quase fora do nosso alcance e percepção em termos de dimensão chegou a ser chamado de “cubo” – com suas (míseras???) 6 faces em 3 dimensões, mas com a intenção de já começar a nos alertar para uma tendência de crescimento dos dados para muito alem das 2 dimensões. Neste momento, um ingrediente importante (chave) entra em cena para nos levar à decisões mais inteligentes, mais rápidas, e que efetivamente criam um diferencial de negócio para a tomada de decisões.

E, seguramente, sem ele, as tais das decisões de negócio seriam bastante falhas, incompletas e imprecisas em alto grau.
Afinal o velho cubo vai dando lugar a outras figuras geométricas com muito mais faces.
E brotam diante de nossos olhos as soluções, suites, famílias de produtos, e recursos conhecidos com o significativo nome de “Analytics”, e com promessas de ajuda e de realizações nestes cenários cada vez mais multi-dimensionais.
Oh, que ótimo! Vamos com reserva; trata-se d mais uma pausa momentânea para descansarmos, respirarmos aliviados agarrados a mais esta bóia de salvamento e colocarmos nossas vestes ao sol, depois da correnteza.
Mas, por quanto tempo?

O que nos reserva a próxima curva do rio? Corredeiras? Cachoeiras?

Abraços.
Rui Natal

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