By Salgado on 11th agosto

cable-vs-netflixDe um lado temos taxistas do outro o Uber. De um lado temos as gravadoras, do outro serviços como Spotify. E se depender do faturamento, estamos muito próximos de conviver com uma nova disputa: TVs de um lado, Netflix do outro.

De acordo com o UOL, em 2015 a Netflix terá apenas no Brasil um faturamento superior a R$ 500 milhões, o que fará o serviço de streaming ser maior que canais da TV aberta tradicionais no país, como Band e RedeTV. De acordo com a Bloomberg, dos 65 milhões de assinantes da Netflix no mundo, 2,5 se encontram no Brasil. Porém, segundo executivos ligados à TV por assinatura, o serviço tem mais de 4 milhões de assinantes por aqui, o que faria com que seu faturamento fique próximo a de uma outra emissora, o SBT.

Como abordado no início deste texto, até agora a Netflix é vista como uma concorrente, mas não como uma inimiga das operadoras de TV, como acontece na relação entre Uber e táxi, Spotify e gravadoras, cujas disputas são muito acirradas se comparadas com o que acontece hoje com a TV. Apesar disso, a Ancine (Agência Nacional do Cinema) quer obrigar a Netflix a ter uma cota de produções nacionais em sua grade.  Já a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) pede que o serviço seja taxado assim como os serviços de TV à cabo ou satélite. “Não temos nada contra a Netflix. Mas apelamos ao governo para que haja uma isonomia tributária”, disse Oscar Simões, presidente da ABTA.

E viva a tecnologia!

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