By Salgado on 25th agosto

Anos atrás, ao tomar a sábia decisão pela estabilidade no trabalho e dignidade salarial, o cidadão escolhia um curso superior como Direito ou Ciências Contábeis, com o intuito de prestar concurso para o serviço Público ao se formar. Com a crescente dependência de toda a sociedade de recursos computacionais, órgãos públicos do executivo, legislativo e judiciário, além das empresas estatais como a Petrobras e o BNDES passaram a abrir vagas em número exponencialmente crescente.

Hoje, o cidadão se questiona se vale a pena fazer 5 anos de graduação, submeter-se a uma rigorosa prova da OAB e “ralar” por 3 anos antes de poder prestar concurso para procurador ou juiz, podendo fazer apenas 3 anos de um curso superior de Tecnologia e já prestar concurso para vagas cujos salários chegam a R$ 20 mil reais. Esse cenário vem ficando cada vez mais agressivo com os tribunais expandindo a área de TI em todo o Brasil (TRE, TRT,TJ, etc). Além disso, o Tribunal de Contas da União vem pressionando a Petrobras para reduzir a enorme disparidade entre o número de funcionários concursados e os terceirizados (3 terceirizados para cada concursado).

A expectativa para os próximos anos é muito promissora, pois há grande demanda por profissionais de TI no Banco Central, Agências Reguladoras, SUSEP/CVM, IBGE, carreiras de Ciência e Tecnologia entre outros órgãos públicos, todos com salários iniciais superiores a R$ 8 mil reais em cargos estatutários que não exigem nenhuma experiência profissional.  Especificamente nos Tribunais Eleitorais, já foi publicada Lei 13.150 que cria mais 332 vagas em todo o Brasil.

A hora de investir na preparação é essa. A melhor forma de garantir a aprovação é se antecipar aos editais e estudar com foco, baseando-se em programas e provas de concursos anteriores.

Não perca tempo: https://goo.gl/guElOv

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