Posts Tagged Cloud Computing

BandTec oferece curso gratuito em São Paulo

A Faculdade de Tecnologia Bandeirantes, BandTec, realiza no próximo sábado, dia 19 de maio, um curso gratuito de cloud computing e virtualização. O encontro acontece a partir das 10 horas em São Paulo. De acordo com a BandTec, as vagas são limitadas e o curso terá duração de três horas. Assuntos como o conceito de computação em nuvem e seu uso pelas empresas. Os interessados devem se cadastrar atrvés do site: http://www.bandtec.com.br/MiniCurso.aspx

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Faltam poucos dias para o IO enCloud

Começa nesta quinta-feira dia 10 de fevereiro o IO enCloud. Um evento na área de tecnologia que traz em sua primeira edição o debate sobre a computação em nuvem. A computação em nuvem é um tema atual e por conta disso desperta tanto interesse nos profissionais ligadois à tecnologia. Muitas empresas já fazem o uso da computação em nuvem pela praticidade e liberdade que esta tecnologia permite aos usuários. Estar inteirado e atento aos recursos da Cloud Computing além de ser benéfico, pode abrir muitas portas.

No evento IO enCloud, além dos conhecimentos que serão adquiridos durante o encontro, serão sorteados diversos prêmios ao final das palestras. Estes presentes vão permitir ao ganhador obter experiência prática nos assuntos que serão discutidos no evento.

O IO enCloud é um evento sem fins lucrativos por parte de seus realizadores e patrocinadores. Os custos de participação serão exclusivamente voltados para custear a infra-estrutura e organização do evento. Os valores excedentes às despesas com infra-estrutura e organização serão doados a instituições de cunho social relativas ao segmento de informática.

Clique aqui e inscreva-se.

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Cuidados ao migrar para a nuvem pública

A maioria dos escritórios de advocacia, para exemplificar, tem aplicativos de negócios semelhantes, por isso, um fornecedor público de cloud pode atender esse setor em todo o mundo. Mas, o que a empresa deve terceirizar primeiro e o que fazer para minimizar os riscos? Conheça cinco fases fundamentais para migrar para a nuvem. Elas incluem infraestrutura de rede, recuperação de desastres, criação de escritórios remotos e aplicações críticas.

Geralmente, a primeira fase de migração para o conceito, a conectividade de rede, já é terceirizada por um provedor de cloud. A fase dois, deve focar na terceirização de funções que são críticas para a recuperação de desastres do dada center principal. Essa arquitetura pode ser implementada em um site em outra cidade, onde pode ser testado para ter certeza de que cobre todas as funções criticas do negócio. O fornecedor de cloud precisa garantir esse cenário para que, em casos de desastres, a recuperação aconteça tanquilamente.

A terceira etapa indica que o fornecedor disponibilize aplicações baseadas na web específicas do negócio. Assim, o fornecedor pode realizar suporte e outras operações remotamente, eliminando custos para empresa de manter uma equipe interna de help desk, por exemplo.

A fase seguinte está relacionada à migração dos aplicativos do core business. Essas ferramentas terão de ser acessadas por usuários corporativos por meio da web.

Por último, vem a quinta,  voltada para aplicações críticas, como dados financeiros, dados de RH, e outras informações confidenciais. O fornecedor deve garantir a segurança delas por meio de poderosos firewalls.

Em resumo, a primeira fase já existe em muitas corporações. A segunda se concentra em outsourcing, a parte mais crítica da infraestrutura – necessária para a recuperação de desastres. Após a finalização dela, a seguinte inclui a criação de infraestrutura para acesso a escritórios remotos. A quarta está relacionada a aplicações não-críticas do negócio. E a última deve incluir diversos requisitos de segurança, já que comporta informações críticas. Esses passos mostram de que forma um escritório de advocacia, citado como exemplo, pode migrar para a nuvem sem riscos.

Fonte: Computerworld

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Cloud computing pode promover profissionais de segurança de TI

Pesquisa realizada pela consultoria Frost & Sullivan revela que quase metade dos profissionais de segurança da informação acredita que cloud computing vai influenciar o aumento da demanda por suas habilidades. Para chegar a essa conclusão, a instituição realizou levantamento com 7.547 provedores de segurança.

Dos profissionais de TI, 55% acreditam nesse aumento, enquanto os que trabalham com serviços de telecomunicação e de mídia vislumbram um cenário um pouco menos promissor, com 51% cada. Já os que atuam no governo pensam que atividades de segurança deverão expandir 50%.

Por outro lado, 38% dos entrevistados apostam que a computação em nuvem vai manter a demanda no mesmo patamar em que se encontra hoje. Essa percepção foi sentida especialmente por aqueles que estão ligados aos setores de atacado, varejo e utilities, todos com 44%. Apenas 6% respondeu que o modelo vai diminuir a demanda por profissionais de segurança da informação.

O relatório mostrou ainda que no topo das preocupações dos executivos em relação à cloud está a exposição de informações confidenciais em sistemas não autorizados ou pessoais. Além da perda ou roubo de dados.

O terceiro ponto mais observado foi a possibilidade de contar com um sistema fraco de controle de acessos, seguido ainda pelo ataques virtuais, especialmente observado pelas organizações governamentais.

Uma das habilidades mais citadas que são exigidas aos profissionais de segurança da informação para que eles possam atuar com computação em nuvem foi o conhecimento profundo do modelo. Em seguida, estava a exigência de especialização técnica aprimorada e de habilidades de negociação do contrato de serviço.

O relatório anual completo, que abrange outros aspectos do trabalho de segurança da informação, como o impacto da mobilidade e dos meios de comunicação social, está previsto para ser lançado oficialmente em 17 de fevereiro.

Fonte: ComputerWorld

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Brasil pode se transformar em centro de cloud computing

Os megaeventos esportivos que o Brasil vai sediar abrem uma série de oportunidades para as operadoras de telecomunicações e provedores de TI. Um desses negócios é a construção de centros de excelência para exportação de serviços na nuvem, acreditam especialistas que participaram do painel sobre cloud computing durante a Futurecom 2010.

Durante os debates sobre o tema “Cloud Computing e a nova arena de competição no mercado”, fornecedores e prestadores de serviços de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicações), afirmaram que Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016 vão exigir infraestrutura para processamento em larga escala, que no futuro poderá ser aproveitada para atender o mercado de exportação.

“Acho que está no momento oportuno para investir na Copa do Mundo. Será útil para transformar o Brasil num centro de excelência em cloud computing”, acredita o executivo da área de serviços e arquitetura de TI para o setor financeiro da IBM, Fábio Luís Marras.

Outro que aposta neste negócio é o diretor de engenharia da Cisco, Marcelo Ehalt, que acredita que daqui a quatro anos o modelo de cloud computing estará mais maduro e haverá tecnologias mais avançadas. Ele lembra que na Copa do Mundo na África do Sul, foram utilizadas diversas aplicações neste modelo, mas que o Brasil terá chance de oferecer um cenário mais favorável por causa da evolução do mercado.

Segundo os especialistas, existe oportunidade para prover serviços durante os eventos esportivos e após, já que o Brasil ficará com infraestrutura pronta. As operadoras de telecomunicação, que serão as principais investidoras desse ativo terão chances de disputar o mercado local e externo com cloud computing.

Vantagem das teles

Entretanto, o País e as prestadoras de serviços têm uma série de desafios a vencer, como ter ambientes adequados, ofertas competitivas e mão de obra. Neste último item, o Brasil é um dos mercados que têm o custo hora/trabalhada mais elevado, devido aos encargos trabalhistas. Esse fator é considerado um dos maiores obstáculos para exportação.

As operadoras de telecom levam vantagem por terem redes prontas e atenderem alguns dos requisitos exigidos pelo modelo de cloud.“A maioria das teles já oferece VPN (rede virtual privada) com disponibilidade e desempenho”, afirma o engenheiro de sistemas da Juniper, Caio Pastro Klein,

Porém, elas precisam fazer ajustes na infraestrutura e buscar parceiros na área de software. “As teles sabem prover links e vão precisar de aplicativos para por essa oferta em seu portfólio”, comenta Kein.

Além de preparar seus ambientes para nuvem, o engenheiro da Cisco Ehalt acrescenta que as teles terão de investir em serviços gerenciados para oferecer boa experiência ao usuário e adotar novos sistemas de cobrança.

O engenheiro observa que as operadoras têm a expertise em bilhetagem, mas que a tarifação da computação na nuvem é diferente. “Em cloud computing a cobrança não é em cima de serviço, mas sim pela infraestrutura utilizada”, explica Ehalt.

Ehalt destaca também que a nuvem exige que as redes tenham capilaridade. O executivo da Oracle, Alceu Santuci Bravo, afirma que cloud exige muita integração e o atendimento para outros países exigirá qualidade de serviços. O custo dos links é outra barreira para exportação.

Os especialistas acreditam que o Brasil tem quatro anos para equacionar essas barreiras e tentar se posiconar como um player mundial na área de cloud computing, já que os eventos esportivos vão abrir uma janela de oportunidade.

Fonte: ComputerWorld

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Windows Live Sky Drive

Por Daniel S. O. Neto

A Microsoft lançou recentemente o Windows Live Sky Drive, uma plataforma em nuvem que permite o armazenamento de arquivos e uso de algumas das ferramentas do Office.  Para começar a usar, basta que o usuário faça seu login no Windows Live e altere o idioma para o inglês, uma vez que ainda não é possível utilizar a ferramenta em português.

Através do Sky Drive, o usuário tem 25gb de armazenamento remoto, que pode ser acessado de qualquer lugar, além de contar com os programas Word, Excel, PowerPoint e OneNote. Com isto, é possível criar e editar arquivos online, mesmo que o PC ou notebook que esteja sendo usado não possua estas ferramentas.

A tendência da Cloud Computing ou computação em nuvem, já está ao alcance de todos. A Mircosoft está sempre atenta as mudanças da tecnologia e às exigências de seus usuários. Experimente o Sky Drive e experimente a sensação de estar na nuvem.

Mais em  www.Microsoft.com.br

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Virtualização e Cloud Computing

O Único Evento Sobre Virtualização e Cloud Computing com Foco em Estudos de Caso Reais e em Discutir como Efetivamente estas Tecnologias Podem Auxiliar seus Negócios AGORA!

Devem Participar:
CEOs, CIOs, CTOs, CFOs, VPs de Tecnologia, Diretores e Gerentes de TI, Arquitetos Industriais, Diretores de Infra-Estrutura, Chefes de Engenharia de Sistemas, Diretores de Operações em TI, Desenvolvedores de Softwares em geral…
dos Segmentos de:
Governo, Indústria de Recursos Naturais, Telecomunicações, Datacenters, Bancos e Serviços Financeiros, Manufaturas, Logística, Transporte e Aviação, Comunicação/ Mídia e Entretenimento, Construção, Varejo, Vendors independentes de Softwares… ou qualquer empresa que possa ter interesse em virtualizar ou entrar na nuvem.

Data: 18 de agosto de 2010
Local: Hotel Gran Mercure Ibirapuera, São Paulo – SP

Fonte: Eventos de TI

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Cloud computing ameaça os empregos em TI. Será mesmo?

É difícil acompanhar a cobertura sobre computação em nuvem sem tropeçar em algumas histórias de terror sobre como esta tecnologia, quando entra na empresa, empurra os profissionais de TI para fora.

Há também a ameaça de que, se não se adaptarem à cloud computing, estes profissionais serão rotulados como “não inovadores” e postos na rua o mais rapidamente possível.

Preocupações como essas são cada vez mais comuns em conversas privadas, já que falar mal da nuvem em público se tornou politicamente incorreto. E minha resposta muda um pouco, dependendo de com quem estou falando, mas o ponto é o mesmo: nós estamos sempre fazendo a TI evoluir; portanto, se você está em TI, seu trabalho vai mudar com muito mais frequência que em outras indústrias – por isso, acostume-se.

A computação em nuvem não é a primeira tecnologia disruptiva a provocar a evolução de abordagens, habilidades e rotas de carreira, e nem será a última.

Menos gente
A maior preocupação é que mais eficiência leva a menos gente. De fato, o que se espera é que a cloud computing traga mais eficiência à TI; assim, em algumas situações as empresas não precisarão de tantas pessoas em TI como antes.

Isso é lógico, pois ter menos servidores na empresa significa precisar de menos gente para gerenciá-los. Além disso, a cloud traz formas melhores de desenvolvimento e de teste, e uma redução no número de instalações de softwares corporativos caros que exigem manutenção interna.

Está claro que iremos ajustar nossas necessidades de pessoal nas empresas à medida que a cloud computing se tornar mais onipresente. Mas no passado já houve um movimento parecido com o ERP por meio da tecnologia cliente servidor e do outsourcing, só para citar duas.

Saldo positivo
Acredito que haverá muito mais emprego em cloud computing, por meio de funções como gerentes de cloud, arquitetos de solução em cloud, desenvolvedores de plataformas-serviço, e por aí vai. Minha suspeita é que haverá um enorme saldo positivo em empregos em TI por causa da nuvem, e os salários deverão subir ainda mais nos próximos anos.

A real preocupação aqui é com mudanças, não com a cloud computing. Mudança é e sempre será um ponto chave em TI. Nós deveríamos sempre pensar sobre melhores maneiras de oferecer suporte aos negócios. A cloud computing é apenas uma instância de mudanças e uma instância de um tipo de solução que poderia fazer as coisas melhor.

Quanto mais efetiva for a TI, mais oportunidades teremos de crescer -  e isso se traduzirá em mais empregos, não menos. Vamos manter isso em mente.

Fonte: IDG Now!

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